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Qual a Origem?

A capoeira tem sua origem no Brasil, durante o período colonial, criada principalmente por africanos escravizados como uma forma de resistência, proteção e preservação cultural. Em meio a um cenário de opressão, ela surgiu como uma maneira inteligente de treinar defesa e manter vivas tradições africanas, muitas vezes disfarçada em forma de dança, acompanhada por música e ritmo.

Ao longo do tempo, a capoeira também foi influenciada por elementos da cultura indígena brasileira, incorporando movimentos mais próximos ao chão, agilidade e uma forte conexão com a natureza. Essa mistura de saberes transformou a capoeira em uma expressão única, que vai além da luta: é cultura, identidade e história viva de um povo que encontrou, na criatividade e na resistência, uma forma de sobreviver e se fortalecer.

Com o passar dos anos, a capoeira se transformou em uma das maiores manifestações culturais brasileiras, unindo corpo, mente e espírito. Ela ensina disciplina, respeito, estratégia e adaptação — valores que vão muito além da roda.

Assim como na vida, na capoeira nem sempre o caminho é previsível. Existem quedas, desafios e momentos de incerteza. Mas também existem aprendizado, superação e evolução constante. Cada movimento exige equilíbrio, cada jogo pede inteligência, e cada obstáculo é uma oportunidade de crescer.

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Qual é a História?

A capoeira nasceu no Brasil durante o período colonial, criada principalmente por africanos escravizados como uma forma de resistência, defesa e preservação de sua cultura diante de um cenário de opressão. Muito mais do que uma luta, ela era um meio de manter viva a identidade, a espiritualidade e o senso de comunidade. Ao longo do tempo, essa prática também recebeu influências dos povos indígenas, que contribuíram com sua relação com a natureza, agilidade corporal, movimentos rasteiros e uma visão mais integrada entre corpo e ambiente, enriquecendo ainda mais a essência da capoeira.

Inicialmente marginalizada e até proibida, a capoeira foi, por muito tempo, associada à resistência nas ruas e à luta pela sobrevivência. Com o passar dos anos, mestres importantes ajudaram a organizar, estruturar e valorizar essa arte, transformando-a em uma prática reconhecida e respeitada. Hoje, a capoeira é um dos maiores símbolos da cultura brasileira no mundo, unindo luta, dança, música e filosofia de vida. Ela carrega em seus movimentos a história de diferentes povos e continua sendo uma poderosa ferramenta de educação, inclusão e transformação social, mostrando que, mesmo nas adversidades, é possível criar beleza, força e identidade.

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Vicente ferreira pastinha

Mestre Pastinha

Mestre Pastinha (Vicente Ferreira Pastinha, 1889–1981) foi uma das figuras mais importantes da capoeira, conhecido por preservar e promover a Capoeira Angola, a forma mais tradicional da arte. Nascido em Salvador, Bahia, Mestre Pastinha começou a aprender capoeira ainda jovem e, ao longo de sua vida, dedicou-se à preservação da tradição e dos ensinamentos ancestrais.

Em 1941, Pastinha fundou o Centro Esportivo de Capoeira Angola, também em Salvador, que se tornou um importante ponto de preservação da capoeira como arte e filosofia de vida, não apenas como luta. Ele sempre defendeu a capoeira como uma expressão cultural, ligada à resistência dos escravos africanos no Brasil, destacando seu caráter lúdico e filosófico, além de suas raízes espirituais.

A importância de Mestre Pastinha está em seu papel de guardião da Capoeira Angola. Ele lutou para que essa tradição afro-brasileira fosse mantida viva, em meio ao crescimento da Capoeira Regional de Mestre Bimba. Pastinha insistia que a capoeira não deveria perder sua essência ancestral, promovendo a visão de que a Capoeira Angola não é só uma luta, mas também um jogo e uma filosofia que envolve corpo, mente e espírito. Seu legado é fundamental para a capoeira como a conhecemos hoje, especialmente em sua forma mais tradicional.

Manuel dos Reis Machado

Mestre Bimba

Mestre Bimba (Manoel dos Reis Machado, 1900–1974) é uma figura central na história da capoeira, sendo o responsável pela criação da Capoeira Regional. Ele acreditava que a capoeira precisava evoluir para ganhar reconhecimento e respeito, especialmente entre as classes mais altas e autoridades, que a viam como prática de malandragem.

Em 1932, fundou a primeira academia formal de capoeira em Salvador, na Bahia, introduzindo um método estruturado de ensino, com graduações, sequências de movimentos e a incorporação de outras artes marciais. Bimba também ajudou a elevar o status da capoeira ao demonstrar suas qualidades como arte marcial e método de educação física, levando a capoeira a ser reconhecida oficialmente no Brasil.

A importância de Mestre Bimba reside no fato de que ele modernizou e difundiu a capoeira, sem perder suas raízes afro-brasileiras, tornando-a uma prática respeitada mundialmente.

Reinaldo Ramos Suassuna

Mestre Suassuna

Mestre Suassuna (Reinaldo Ramos Suassuna) é uma figura central na história da capoeira, conhecido por seu papel fundamental na disseminação e evolução da capoeira em São Paulo e no Brasil. Ele foi um dos responsáveis por elevar a capoeira de um nível regional para uma prática internacionalmente reconhecida. Fundador do grupo "Cordão de Ouro", em 1967, Mestre Suassuna desenvolveu novos estilos e técnicas, como a "Miudinho", uma variação de jogo mais próximo e técnico, que trouxe uma nova perspectiva à capoeira.

Sua importância em São Paulo, especificamente, está relacionada ao fato de ele ter ajudado a legitimar a capoeira como arte, esporte e cultura popular, integrando-a aos cenários acadêmico e político. Mestre Suassuna criou um movimento que uniu tradição e inovação, mantendo as raízes da capoeira angola, mas também desenvolvendo um estilo mais ágil e acrobático, o que atraiu muitos jovens e espalhou a prática para fora dos guetos.

Ele também foi fundamental na construção de pontes culturais entre diferentes estados e, eventualmente, entre o Brasil e o mundo, ajudando a criar uma capoeira que dialoga com outras expressões culturais e artísticas, mas que mantém sua essência ancestral. Sua contribuição vai além do jogo: ele é um mentor, líder e guardião de uma das tradições mais importantes da cultura afro-brasileira.

Joao Ricardo Patriota da Silva

Mestre Coruja

Mestre Coruja (João Ricardo Patriota da Silva), é uma referência incontestável no universo da capoeira. Discípulo direto do lendário Mestre Suassuna, ele integrou a emblemática Turma de 2004 da Cordão de Ouro, cuja formatura ressoou pelo mundo, transformando profundamente a arte de jogar capoeira.

Fundador do Mangalot Capoeira, Mestre Coruja não se destaca apenas por sua excelência técnica, mas por sua inabalável dedicação em formar não só grandes capoeiristas, mas também cidadãos conscientes e comprometidos com valores de respeito, disciplina e comunidade. Ao longo de sua trajetória, ele viajou por diversos países, encantando e levando a essência da capoeira a todos os cantos, perpetuando a cultura e moldando gerações de alunos com uma visão integral da arte e da vida.

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© Escola Internacional Mangalot Capoeira. Orgulhosamente criado com Wix.com

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